De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), as plantas medicinais são aqueles que podem aliviar os sintomas ou curar uma enfermidade. O conhecimento a respeito dessas plantas vem da tradição popular, havendo sempre recomendações de como colhê-las e preparar os medicamentos caseiros.
Nem todas as plantas tidas como medicinais são testadas. Porém, várias delas possuem estudos que comprovam os benefícios atestados popularmente.
Quando uma planta usada para fins medicinais é testada, ela pode ser usada para a fabricação de medicamentos industrialmente. O resultado dessa produção são os fitoterápicos, que precisam passar por vários testes de qualidade até que cheguem ao mercado. Com o processo de industrialização, esses medicamentos não estão sujeitos a contaminações. Além disso, há mais clareza sobre o modo como eles devem ser usados para tratar doenças.
As cápsulas representam os fitoterápicos e as folhas as plantas medicinais
Plantas Medicinais
Para que você entenda melhor, vamos explicar o que sã plantas medicinais e fitoterápicos. A hortelã, a camomila, o boldo e a carqueja são exemplos de plantas consideradas como medicinais. Por isso, existem receitas tradicionais de chás, compressas, xaropes e outros remédios caseiros feitos a partir delas.
Segundo a legislação brasileira (Lei 5991/73), as plantas medicinais só podem ser comercializadas por farmácias ou herbanários devidamente registrados. Esses estabelecimentos precisam embalar corretamente as plantas, bem como informar o nome científico delas no rótulo. Além disso, a lei proíbe os rótulos de conterem indicações de uso.
Medicamentos Fitoterápicos
Os fitoterápicos nada mais são que medicamentos produzidos a partir de plantas medicinais. No mercado encontramos, por exemplo, vários tipos de calmante feito a partir do maracujá. Eles são comercializados como passiflora ou outros nomes semelhantes. Nesse caso, estamos falando de remédios fitoterápicos.
Para a produção dos fitoterápicos é preciso extrair as propriedades terapêuticas da planta por meio do óleo, do extrato, do sumo ou da tintura, conforme as características de cada uma delas. Com esse processo os cientistas conseguem isolar a parte benéfica da planta e minimizar os riscos de contaminação.
Aqui no Brasil, é preciso que os medicamentos fitoterápicos sejam produzidos por um laboratório autorizados. Eles também necessitam do registro da ANVISA para que sejam vendidos no mercado brasileiro.
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